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Conversa divina (pág. 24)
Nos dentes de Deus, pedras

e em minhas mãos penas
Talvez pudesse escrever
cartas para beduínos

Eles atravessam pontes
todas de areia
Nada se queixam
e sempre seguem

Como meus olhos
de hoje
Que se salvam
com água e barro

Na medida única
do instante
Sem mais
sem menos

Não levam bandeiras
da pátria nenhuma
Porque são sábios
com corpos

A isso o Deserto
resplandeceu
Deus e seus dentes
como se quebrassem

Quem iria entender
toda essa viagem
Exaustiva em calor
e sem ganhos?

Apenas as pedras,
as flores e as penas
Com o sangue que escrevi
toda a existência

As linhas caligráficas
respondiam a Verdade
Em ondas plenas
do Universo

Shakyonte - Poeta do Horizonte

Este livro nasceu a partir de uma vivência e experiência mística, em que o Mysterion mais se revelou que escondeu, e deu a mim e à possibilidade a chance única de nascer e Ser em versos en-cantados... Há para este livro chaves ocultas, e cada palavra é símbolo da notória impermanência que é a frágil e potente Vida. Começa pela capa em que Buddha (Shakyamuni), símbolo da Graça e da Impermanência foi esculpido em Pedra como se a ironia fosse Buddha se manter após anos e anos de Uni-Verso. Como se sua poesia de gestos e palavras bastassem a plenitude da Existência. As letras maiúsculas, recobram seu lugar especial. Algumas chaves, darei aqui, como beatitude deste instante único:

- Horizonte é a permanência do inalcançável
- Noite é o recolhimento
- Dia é onde o Ser pode se revelar e trazer Vida
- Meio-Dia é o ápice da Existência, em que Tudo brilha sem sombras


Outras chaves surgem nos Saraus, Eventos, Palestras e Cursos que ministro, para os raros que têm ouvidos...

A Graça maior, Nietzsche a demonstrou em sua luminosidade em: "- Grande astro! Que seria de tua felicidade se te faltassem aqueles a quem iluminas", e este livro é a celebração dos Olhos, pois que seria do Sol sem os Olhos que o compreendem? Sem a Poesia última do Uni-Verso? Sem aqueles que con-versam uns com os outros? Hölderlin magicamente o disse: "... o homem poeticamente habita...", e Shakyonte é a Meditação feita em Poesia, feita em passos, feita em olhares por vezes "estranhos", porque é preciso sensibilidade para ler Shakyonte. Deglutir o instante como a própria Eternidade, dar seu Tempo de ruminação, até des-cobrir no espanto antigo (tháumazein) que sequer existe Tempo em nossos passos...

Com todo meu Carinho e Afeto também dedico a Anacreonte, inventor das canções de amor, este olhar místico e iniciado nas artes do Ser e quem estiver aberto a habitar os poros deste Uni-Verso, que dê a Mão a Shakyonte, e se despeça de uma "Vida Comum"...
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OBS1 - Para com-preender mais deste Novo Uni-Verso, não navegue, mas afunde neste Site...
OBS2 - Conversa divina foi o Poema escolhido para ilustrar Shakyonte, pois Ele sintetiza a Obra em Plenitude
OBS3 - Este Livro pode ser adquirido diretamente com o Autor com dedicatória exclusiva
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